O Mármore e A Murta
 
 
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O QUE É?

O Mármore e A Murta é um projeto multidisciplinar ao redor da história do Caminho do Peabiru, uma via de comunicação pré-colonial entre povos indígenas ligando a América do Sul do Atlântico ao Pacífico.

A proposta é produzir material audiovisual incluindo vídeo, fotografias, ilustração, animação, mapas e infográficos inspirados num tema histórico ainda pouco trabalhado mas de importância cultural inestimável.
Além da presença online existem planos para exposições e um livro.

A primeira etapa do projeto foi uma caminhada fotográfica de 100km, do Centro de São Paulo até São Vicente. Em cinco dias procuramos retraçar a “Trilha dos Tupiniquins”, o primeiro acesso entre a costa e o planalto paulista que deixou de ser usado em 1553 e que foi um ramal local do Peabiru. Estes trajetos foram praticamente esquecidos ao longo dos séculos e apagados pelo crescimento vertiginoso da cidade mas consultando pesquisas e documentos históricos foi possível entender seu traçado geral.
De arranha-céus a palafitas, de selvas a usinas de aço, de topo de serra a beira de mar, o caminho é um corte longitudinal que expõe várias camadas históricas, sociais e ecológicas de São Paulo. 

Veja o relato da caminhada.

A próximo passo é retraçar a trilha desde a costa de São Paulo até o Peru. Como não existe um mapa definitivo do Peabiru, estamos desenvolvendo uma pesquisa ampla que inclui estudos publicados além do Brasil no Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e de relatos indígenas baseados na tradição oral.

Acompanhe nossa pesquisa e saiba as novidades seguindo nosso IG e FB.

QUEM É?

O Mármore e A Murta foi criado por Gui Marcondes. O diretor e fotógrafo vive e trabalha em São Paulo e Nova York. Formado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, iniciou sua carreira como ilustrador e posteriormente migrou para a animação e fotografia. GIRA, sua série de fotolivros publicados desde 2017, integra a coleção permanente da biblioteca do Instituto Moreira Salles, em São Paulo. Com vinte anos de experiência em audiovisual, seus curtas-metragens foram selecionados para inúmeros festivais internacionais. O principal deles, Tyger (2006), foi escolhido como uma das cem animações mais importantes da história do Brasil e ganhou mais de vinte prêmios ao redor do mundo. Gui Marcondes trabalha como diretor criativo na produtora de animação Lobo e foi Artista Convidado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) onde passou duas semanas orientando um workshop sobre Espaços Narrativos em Cinema e Games. Também no MIT, desde 2013, é membro permanente do juri do Creative Arts Competition de startups, que unem Tecnologia e Arte. Marcondes é professor adjunto do curso de Animação e VFX da Feinstein Graduate School of Cinema. 

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UMA JORNADA POR CAMINHOS ESQUECIDOS

O video a seguir mostra o itinerário da caminhada fotográfica de reconstituição histórica do Peabiru entre São Paulo e São Vicente nos dias 6 a 10 de junho de 2019.

 

FOTOS

 
 

 

HISTÓRIA & PESQUISA